Dono de empresa grande não olha faturamento — olha os três lugares onde o dinheiro da empresa fica escondido. Na sua, hoje, ninguém olha nenhum dos três.
Você não sai da aula com anotação. Sai sabendo conduzir a reunião de resultados que faz o lucro aparecer.
Assista à aula de 5 minutos e veja a lógica por trás do Programa Empresário Estratégico:
Entre resolver o problema do dia e assistir aula, o problema sempre ganha.
Salário, encargos — e uma pessoa a mais esperando você decidir.
O método era o certo. O preço era de empresa grande.
Em nenhum dos três você aprendeu a decidir.
E enquanto a decisão certa depender de alguém de fora, você não tem uma empresa. Você tem um cargo.
É o que uma empresa do seu tamanho pagaria pelos seis gerentes. Você faz os seis de graça, no intervalo entre um problema e outro.
Não sou eu que digo, é o IBGE. E não por falta de trabalho — por decisão tomada no escuro.
Se você ficasse doente uma semana, a empresa não pararia de faturar. Ela pararia de funcionar.
Isso não melhora com esforço. Você já está no limite do esforço.
Ele era empresário. Quebrou — não uma vez, várias. Nunca ninguém pôde dizer que meu pai não se esforçou. O que faltou foi método.
Número na parede, um responsável por cada número, e uma pergunta: por que furou?
O que custa caro é alguém te fazer aplicar o básico, todo mês, do jeito certo.
Consultoria não bate na porta de quem fatura duzentos mil por mês. E o livro foi escrito para empresa de mil funcionários.
Eu não inventei nada. Passei vinte anos vendo funcionar de perto e descobri como fazer caber numa empresa do seu tamanho.
E presta atenção nas telas aí embaixo: não é desenho de slide. É o sistema, rodando — a tela que você vai abrir no seu primeiro dia.



A empresa fica organizada; a habilidade fica com você.
Você tem razão. E numa empresa grande, quem lembra e quem cobra não é o diretor — é a secretária executiva dele, que custa entre R$ 6 e 9 mil por mês. O dono de empresa média nunca teve isso. Então eu construí a minha.
A Donna não cuida da sua empresa. Quem cuida é você. Ela organiza, lembra e cobra — pra decisão chegar limpa, com o número do lado.
Da padaria da esquina à multinacional, são as mesmas seis. O que muda é quem senta nelas — e na sua, hoje, quem senta nas seis é você.
Uma cadeira com dono te devolve um número. As seis te devolvem a empresa.
A Jornada te diz o primeiro movimento — você nunca olha pra uma tela em branco.
Volta o diagnóstico: onde o dinheiro vaza e quanto de lucro passa sem ser capturado.
Uma vez por semana, ao vivo. Uma cadeira por vez, na ordem certa.
Farol na tela, causa apontada, jogada definida — com o seu time.
Em vez de resolver o que quebrou, você olha o farol e decide.
Em 30 dias a estrutura está montada. O resto do tempo é você usando ela.
Você não vai receber um login e boa sorte. Você vai receber seis gerências funcionando e alguém do outro lado uma vez por semana.
A reunião que separa empresa que reclama de empresa que decide.
Presta atenção nesta aqui, porque é o coração do programa. Lembra da sala que custava milhões, lá na minha história? Número na parede, um responsável por número, e a pergunta certa. É esta reunião. A mesma que as grandes fazem todo mês — e ela vem pronta, dentro do sistema que você recebe. Você não vai aprender a montar: vai abrir o app e conduzir.
A sua secretária no WhatsApp, desde o primeiro dia — sem custo nenhum a mais.
E o diferencial que a segunda turma não vai ter: eu vou implantar junto com você. Duas sessões individuais, só nós dois — na primeira definimos o seu planejamento estratégico; na segunda, aos 45 dias, corrigimos a rota.
Implantação em 30 dias — é nesse mês que as seis entram em pé. Depois, 6 meses de acesso às aulas, aos encontros e às ferramentas.
ou R$ 3.000 à vista · implantação em 30 dias · 6 meses de acesso
Presta atenção no que eu vou assumir agora — porque eu não estou te vendendo uma promessa e sumindo. Eu vou estar na sala com você, toda semana. E é por isso que eu posso fazer o seguinte:
Não te peço confiança. Te peço trinta dias.
A ferramenta existe e está rodando. As seis gerências já estão no ar, prontas pra receber os números da sua empresa hoje.
Os encontros são fazendo junto: o que você levaria três semanas pra fazer sozinho, a gente resolve na sala. O programa não te dá tarefa nova.
Curso é conteúdo esperando disciplina. Aqui tem alguém do outro lado uma vez por semana, e ferramenta que entrega no primeiro dia.
O método é o mesmo — muda o tamanho dos números. E é quem tem equipe enxuta que mais sofre com o dono acumulando seis cargos.
As ferramentas se moldam ao seu modelo — indústria, loja, distribuidora, serviço. O que não muda é decidir com número na mesa.
A Jornada te diz o próximo passo, e uma vez por semana eu estou ao vivo pra montar com você.
É o que a Gerência de Gente e Cultura resolve primeiro. Equipe não adere a discurso — adere a meta clara e reunião que cobra com dado.
Implantação nos primeiros 30 dias. O acesso vai até o sexto mês, e o que você aprendeu não expira.
Quem entra hoje participa do encontro desta semana. O que tem limite são as trinta sessões individuais.
Trabalho duro sem método faz o que fez com o meu pai: consome um homem inteiro e ainda deixa a conta na mesa.
Fechar esta página e daqui a um ano estar exatamente aqui — talvez faturando mais, provavelmente cansado igual.
Ocupar as seis cadeiras e voltar a ser o dono no comando — não o funcionário mais caro da própria empresa.
Falta você sentar na cabeceira.
P.S. — Se você leu até aqui, não foi curiosidade. Foi porque reconheceu a sua rotina em algum parágrafo. São 30 dias de garantia: o risco é meu.
P.P.S. — Se você não tem uma estratégia, está na estratégia de alguém.